Quarta-feira, 26 de Abril de 2006

Predator volta a estropiar neste blog selvagem

Não pude deixar de achar uma certa graça ao peluche...

Fonte: http://www.theyautja.spyw.com/

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Elegantemente garatujado por One às 18:02
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Alien Vs Predator 2 - o novo filme

Pois é excelso leitor, com certeza que concordo consigo quando abanou a cabeça com ar reprovador ao recordar o primeiro AvP... foi um bocado fraco...

Mas, perdoe a minha franqueza, não posso deixar de me sentir entusiasmado com esta notícia: o segundo filme já tem data de estreia para 10 de Agosto de 2007!

Espero que seja melhor que o primeiro... mas que diabo, tem Aliens e tem o Predador, pelo que é sempre uma boa notícia! A menos que deturpem um bocado estas adoráveis criaturas... mas não estou a imaginar isso a acontecer! Há que ter fé, portanto.

E espero ver um Predalien em acção no grande ecrã!

Notícia recolhida no emcena.com

Elegantemente garatujado por One às 17:53
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Segunda-feira, 24 de Abril de 2006

Dan Brown - Fortaleza Digital

E eis que chega aos escaparates das livrarias portuguesas o primeiro livro que Dan Brown escreveu, no já longínquo ano de 1998…
 
E qual é a minha acutilante crítica deste livro?
 
Bem, sejamos honestos: o Código Da Vinci surpreendeu, o Anjos e Demónios veio do mesmo molde, e a Conspiração idem idem aspas aspas. Já todos sabemos que as personagens praticamente passam de uns livros para os outros, só mudando o nome, a ocupação, os hobbies, et cetera… Mas a verdade é que, apesar de lendo um os restantes se tornarem bastante previsíveis, os livros são deixam de ser uma óptima peça de entretenimento e uma forma de cultivar a cultura geral (que bela construção frásica… cultivar a cultura); capítulos curtos, acção e suspense non stop, informação interessante apresentada de uma forma cativante, pequenos pormenores do mundo que nos rodeia que parece sempre bem conhecer para impressionar o próximo.
 
Posto esta brevíssima introdução, passemos inestimável leitor à crítica do livro propriamente dito…
 
Na mesma linha da Conspiração, este Fortaleza Digital leva-nos numa aventura tecnológica, num passeio pelos recantos mais íntimos da NSA. Para começar, não tem a nota inicial que diz que todos os dados apresentados no livro são verdadeiros…
 
Depois, bem, a informação, a cultura, os conhecimentos que o livro transmite são sem dúvida interessantes, mas são num flagrante menor número que nos outros três livros previamente publicados… alguns dados sobre a NSA, algumas dicas sobre criptografia e Sevilha, e zás, acabou-se…
 
Por outro lado, também ao contrário dos livros restantes (que possuíam uma personagem principal auxiliado por outra personagem) este desenvolve em paralelo a história simultânea de duas personagens (namorados, por sinal), o que se traduz como uma mais-valia.
 
E, falando em mais-valias, a melhor de todas é que este livro não se encaixa de todo no molde dos outros três… No Código Da Vinci o twist apanhou-me um pouco desprevenido, no Anjos e Demónios já estava completamente à espera, e na Conspiração nem se fala… Mas neste, embora seja parecido, o lugar das personagens já não está tão bem definido… confesso que ainda andei um bocado à nora, mas enfim, no fim tudo acabou por se encaixar.
 
Falando em fim, claro que este apresenta algumas peculiaridades, mas nada de marcante. Aliás, a dada altura chega a ser exasperante, apetece mesmo dizer aqueles idiotas o que têm que fazer, de tão óbvio que é… o Dan Brown falhou um bocado aqui, esticou demasiado o tempo que demoraram a lidar com aquele enigma em particular.
 
Continuando, foi engraçado encontrar uma personagem portuguesa. Mas, e a forma como Espanha é retratada? Como, por exemplo, os seus serviços de saúde são retratados? Que diabo, e eu que considerava uma pessoa culta, e viajada, que conhece o mundo à volta, e não fazia ideia que Espanha era assim tão atrasada… Creio que o Dan Brown abusou aqui um bocado na descrição de nuestros hermanos
 
Conclusão? O livro apresenta uma história diferente dos anteriores, que acaba por ser uma mais valia para o insaciável leitor, já que poderá ser ligeiramente surpreendido em algumas reviravoltas. Porém, por outro lado, a temática sobre a qual assenta não é (pelo menos na minha opinião) tão interessante como as dos livros anteriores.
 
Uma nota final: a citação que o livro ostenta na capa: “Quem guardará os guardas”, das Sátiras de Juvenal. Em latim, Quis custodiet ipsos custodes (sim, traduzi a frase para latim assim que a li na capa do livro… é um velho hábito meu, ler as frases das capas dos livros e traduzi-las para latim… acho que lhes confere um certo encanto). Ou, no bom velho inglês, Who will watch the watchmen, que acho que confere um sentido mais correcto à frase. Foi o mote de Alan Moore (o prolíficoautor da BD do V for Vendetta e da Liga dos Cavalheiros Extraordinários) para a obra de BD Watchmen, BD essa que reabilitou o mercado de BDs de superheróis para adultos.
 
Mas, não nos dispersemos, perdido leitor. Onde queria chegar é que penso que a forma como a frase está escrita atribui-lhe outro sentido, nomeadamente no sentido de proteger fisicamente os guardas, e não no sentido de controlar, ter debaixo de olho, de vigiar a ética e a moral dos guardas que tomam conta de nós…
Elegantemente garatujado por One às 10:16
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MacGyver - Phoenix Under Siege

Este post marca o primeiro passo de mais uma nova secção no Pepsi e Pipocas! : as críticas a alguns episódios do MacGyver. Como vou vendo os episódios a partir do formato DVD as críticas não serão pontuadas por nenhum tipo de regularidade, mas sim pontuadas pelo enorme carinho que tenho pela série e pelas suas personagens. Saudoso leitor, vamos então dar início à nostalgia…
 
Tal como o nome dá a entender, este episódio passa-se na Fundação Phoenix (uma thinktank sem fins lucrativos que se dedica à pesquisa nas mais diversas áreas), onde o nosso herói trabalha. Certa noite, o avô dele aparece, para irem juntos a um jogo de hóquei no gelo, só que o MacGyver esqueceu-se dos bilhetes na Fundação. Assim, têm que passar lá antes de irem ao jogo. Por uma cruel coincidência do destino, um grupo terrorista está a planear passar a noite na Fundação Phoenix, onde fará detonar uma bomba… A partir daí será acção e macgyverismos sem parar!
 
Prepara-se emotivo leitor, pois neste episódio a nostalgia típica de rever uma série tão querida como esta será aprofundada por todo o enredo do episódio. O surgimento do avô do MacGyver (Harry, como ele o trata) traz à tona uma série de memórias sobre o passado de MacGyver…
 
Ele já não estava com o avô há muito tempo (que vive lá longe, a tomar conta de uma quinta…), mas todos os anos naquele dia em especial ele convida-o para estarem juntos…Porquê? Mais um ano passou sobre a noite da morte dos pais de MacGyver… Ao longo de todo o episódio vêmos flashbacks sobre essa fatídica noite, bem como a relação entre o jovem MacGyver (na altura com uns oito ou nove anos) e o avô…
 
E a par com os flashbacks, a acção vai-se desenrolando pelos corredores da Fundação Phoenix… desta vez parece que o nosso herói encontrou uma adversária à altura, uma mercenária a soldo do grupo terrorista que ataca a Fundação… E o que gostei especialmente nestas andanças? De ver o MacGyver a trabalhar com o velhinho computador, que apresentava um saudoso ecrã negro com letras verdes. De conhecer melhor a Fundação, com todos os seus laboratórios e campos de intervenção. De ver o MacGyver usar um truque tão simples como esconder o avô na casa de banho das senhoras.
 
E de que é que não gostei assim tanto?, interroga-se ansiosamente o curioso leitor… Do karate da mercenária, e da forma um bocado absurda como ela morre… vai a atacar o nosso herói com um pontapé no ar, ele baixa-se, e ela vai contra a janela, caindo estatelada andares a baixo… Também não gostei da volta do enredo que foi dada… a dada altura os terroristas capturam o avô do MacGyver, e falam com ele (ou seja, com o MacGyver) através do sistema de altifalantes do edifício… para lhe provar que tomaram o seu avô como refém deixam-no falar ao telefone, mas ele diz umas palavras que já nem me lembro… tudo bem até aqui, não fosse um pouco mais adiante o MacGyver usar por sua vez o sistema de som do edifício de novo para pedir ao avô para lhe dizer onde estava, ao que ele responde batendo com o sapato no microfone cinco vezes, para lhe indicar o andar onde se encontrava… pareceu-me um tanto ou quanto forçado…
 
Mas excelso leitor, são dois pequeníssimos aspectos negativos em todo um fabuloso episódio. Acredite na minha sincera palavra, este é um dos melhores episódios de sempre. Não apenas pela história peculiar, completamente fechada dentro deste edifício em particular, mas também muito especialmente por todos os regressos à infância do MacGyver que tem, o que nos permite conhecê-lo um pouco melhor. E, para mim, tem também um significado especial ainda maior, já que faz parte de um número de episódios que não tive oportunidade de rever na Sic Radical há tempos, mas de que ainda guardava memórias da minha infância… especialmente o modo como o MacGyver pára a bomba nos últimos instantes…
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Elegantemente garatujado por One às 10:13
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Star Wars - Knights of the Old Republic #1 e #2

     
Uma viagem de comboio serviu de cenário para a leitura dos dois primeiríssimos números de uma das novas séries periódicas de BD Star Wars que agora nasceram (esta Knights of the Old Republic vem a par com a Rebellion substituir as extintas Republic e Empire); a new era of Star Wars comics begins here! , como eles fazem questão de afirmar na capa.
 
Passada na época do jogo que lhe emprestou o nome (que nunca tive o prazer de poder jogar), ou seja, na altura da Old Republic, quatro mil anos antes de Luke e Leia nascerem, em plenas Mandalorian Wars. Caso o leitor seja um jovem padawan, será conveniente saber que os Mandalorians são uma tribo (maioritariamente composta por humanos, mas não exclusivamente) onde se podem encontrar Bobba Fett e Jango Fett.
 
Bem, o primeiro número não é nada de especial. Conhecemos um jovem padawan, Zayne Carrick, que tem uma missão: capturar um contrabandista, Marn Hierogryph, para poder ser aceite na sua cerimónia de graduação (vide a reflexão sobre os costumes dos Jedi mais abaixo neste texto). Enfim, é um bocado trapalhão, e vemo-lo com as suas trapalhadas, até que por acaso, mesmo em cima da hora da graduação consegue capturar Marn… vai rapidamente até ao local da cerimónia, deixa Marn algemado à sua moto voadora, e chega atrasado à sala… mas o cenário que o espera é uma surpresa! Bem, pelo menos para ele é uma surpresa... os seus quatro colegas padawans jazem mortos no chão, assassinados pelos seus mestres! Ele foge, e acaba a revista...
 
Como já expliquei, o primeiro número não é nada por aí além… passemos ao segundo…
 
… que começa no passado, como o Zayne em pequenino a brincar numa academia Jedi, onde descobrem a sua afinidade com a Força… Rapidamente voltamos ao presente, no momento exacto onde tínhamos deixado o nosso herói, com Zayne a ser perseguido pelos cinco mestres de lightsaber em punho… Zayne foge com Marn ainda preso à mota voadora… E neste momento aconteceu uma coisa curiosa… deu-se uma perseguição louca pela cidade, como jamais tinha visto em comics! Palavra, aquela perseguição fez-me realmente vibrar! Arrisco até dizer que me fez vibrar mais do que a perseguição no início do Episódio II… Depois de toda a adrenalina da perseguição, Zayne e Marn (agora parceiros…) refugiam-se numa cantina e reflectem sobre a situação… Zayne está bastante perturbado (como seria de esperar… afinal acabou de ver os seus amigos padawans mortos, assassinados pelos seus zelosos mestres em quem sempre confiaram, mestres que andam agora a persegui-lo… e que o acusam de ter assassinado os colegas padawans!)… e pronto, acaba a revista, com Zayne a decidir reconstituir passo a passo todo o seu percurso como padawan pois está em crer que os mestres quiseram assassinar os padawans por eles terem ouvido qualquer coisa que não devessem… e ele está fortemente inclinado para ser o facto de eles afirmarem que odeiam os Sith, quando, como o padawan leitor deverá saber, um Jedi não deve odiar…
 
Este segundo número já é mais cativante que o primeiro, e convenceu-me a adquirir o próximo para seguir a história… Mas, interroga-se o inestimável leitor, como está a galáxia far far away quatro mil antes de como nós a conhecemos?
Sinceramente, a mim parece-me igual. Não noto grandes diferenças nas naves, nem nos droids, nem nos edíficios, nada… o que notei de essencialmente diferente foi alguns costumes dos Jedi… primeiro, o facto de eles, prestes a deixarem de ser padawans, conhecerem as respectivas famílias, e até estejam com elas… depois, a própria existência de cerimónia de graduação da forma como ela é apresentada… pelo que entendi no episódio 21 das Clone Wars, em que o Anakin é elevado a Jedi Knight, essas coisas acontecem de surpresa. Todavia, como estamos a falar de quatro mil anos de diferença, aceito de bom grado estas subtis diferenças.
Elegantemente garatujado por One às 10:09
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A aurora de uma nova era neste despretencioso blog

Caro leitor, como afirmei num post há dias, este blog presta indubitavelmente um verdadeiro serviço público de divulgação de cultura do mais gabarito… como tal, e como levo a sério a ideia de algures por aí existir uma entidade qualquer disposta a subsidiar-me, decidi presentear o afortunado leitor com críticas a livros e afins, o que estou certo que receberá com o maior prazer…
Todavia as críticas de livros não verão a luz do dia com tanta assiduidade como as críticas de filmes, já que só praticamente em tempo de férias é que tenho a disponibilidade necessária para me comprometer a sério com um livro. Infelizmente.
 
Ok, eu confesso-me… mais do que a ideia de ser subsidiado, quero escrever críticas sobre livros porque… porque sim… porque adoro ler, e quero reflectir* e partilhar o que li. Espero que aprecie…
 
 
* - ficou catita este “reflectir” ali, não ficou? Com duplo sentido, de reflectir de pensar e reflectir de passar ao leitor uma imagem do que li… está mais uma vez comprovado, sou realmente genial…
Elegantemente garatujado por One às 10:05
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Quarta-feira, 19 de Abril de 2006

Darth Vader

Encontrei esta imagem no starwars.com , achei curiosa, e achei por bem partilhar com o leitor apreciador da saga galáctica...

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Elegantemente garatujado por One às 23:51
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Reflexão sobre o PEPSI e PIPOCAS!

Excelso leitor, dei por mim a reflectir afincadamente... em quantos blogs é que o inestimável leitor poderá encontrar reviews sobre o Shark Attack 3: Megalodon?! É um rigoroso exclusivo nacional ou até mundial!*

Não há dúvida, o PEPSI e PIPOCAS! é o verdadeiro serviço público de divulgação de cultura do mais alto gabarito! Deve haver até alguma entidade que me possa subsidiar ou assim...

 

*- penso eu de que...

Elegantemente garatujado por One às 23:32
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Criminal Minds estreou hoje no AXN...

... e apreciei o que vi! Vou esforçar-me por seguir esta série...claro que foi apenas o episódio piloto, mas fiquei positivamente agradado por se focar na mente do criminoso, nos aspectos psicológicos. Marca a diferença do C.S.I. e spin-offs afins.

E só para dizer que gostei de rever o DJ Qualls. Já há algum tempo que não o vejo numa película.

Elegantemente garatujado por One às 22:26
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Shark Attack 3: Megalodon

...ou a minha primeira vez com um clássico-a-ser dos B-movies.

 
Vamos ao factos, desconfiado leitor. Tudo se passou na solarenga tarde de sábado. Tinha acordado com uns amigos uma formidável sessão de dvd lá em casa. Evidentemente, chegada a hora, ninguém ainda sabia que filme iríamos ver. A inclinação era para um episódio do MacGyver; porém, como a Sic Radical os transmitiu à relativamente pouco tempo, puxei a brasa à minha sardinha e insisti em ver essa obra-prima que é o Shark Attack 3: Megalodon. Sempre que posso tento cultivar os gostos cinematográficos dos meus amigos, portanto.
 
Não conhecia o filme (o que só vem reforçar a minha teoria de que fui dotado com um talento inato para reconhecer à légua excelentes filmes). Todavia já há algum tempo que o via à venda pelo escandaloso preço de 20 euros, e estava assaz curioso. No outro dia, a surpresa! O preço tinha descido por aí abaixo e situava-se nuns acessíveis 4,95 euros. A curiosidade matou o gato dizem, mas decidi trazer o dvd. Soubesse eu o que trazia alegremente na saca…
 
Desde a primeiríssima cena que fitei fiquei absorvido… Shark Attack 3:Megalodon tinha grangeado mais um fan. E que fan…
 
Não quero estar a estragar a primeira experiência dos afortunados que poderão usufruir da excelência da obra. Mas todos sabemos como isto se desenrola… um tubarão ressurgiu do passado (obviamente, o filme tem Megalodon no nome por algum motivo…) e um restrito grupo de escolhidos tem que o enfrentar…
 
Seja pelo overacting, seja pelos efeitos especiais, o filme possui um je ne sais quoi que cativa desde o primeiro instante, assim como o ternurento tubarão que protagoniza o cobiçado papel principal; e que tubarão esfomeado que é… ele é barcos, ele é pessoas, ele é motas d’água, ele é salva-vidas, ele é submarino… marcha tudo!
 
Porém, tal como o arguto leitor concordará, tenho que reconhecer que a história de os tubarões serem atraídos pela presença de um cabo de fibra óptica mal isolado tem algum mérito… pena ter sido assim mal aproveitada.
 
Conclusão? É um clássico filme que é tão mau que se torna bom. Uma pequena pérola para ver numa desvairada sessão de cinema em casa com um alegre grupo de amigos. Inesquecível. E tem a mais valia de não ser preciso ver os outros dois Shark Attack anteriores para acompanhar a história. Genial.
P.S. -  Apercebi-me agora que é o terceiro filme com tubarões que disseco neste cativante blog... também não sei o que se passa.
Elegantemente garatujado por One às 21:04
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Segunda-feira, 17 de Abril de 2006

O episódio de hoje do Esquadrão Classe A...

...não foi transmitido.

Ou melhor, foi, mas repetiram o episódio da semana passada (A nice place to visit), que por sinal é o último da primeira temporada.

Como no site da Sic Radical está agendado a transmissão do primeiro episódio da segunda temporada, julgo que deve ter sido um lapso qualquer deles...

O desiludido leitor concordará comigo que realmente... ontem a RTP com Lost (consulte www.lostportugal.blogspot.com para saber as últimas sobre esta troca surpresa) e hoje a Sic Radical com o Esqudrão Classe A... anda uma pessoa a antecipar-se para depois sofrer uma desfeita destas...

Elegantemente garatujado por One às 23:32
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Sobre a tarde de ontem...

Ontem, na tarde de Páscoa, estava com um olho na mesa e outro no “Tomb Raider: The Craddle of Life”. Não sei porquê nunca gostei dos filmes Tomb Raider, mas ainda não consegui descobrir o que é que eles têm que me provoca essa sensação...
 
Mas o que gostei mesmo foi das criaturas que aparecem no final, no Vale das Sombras... Com uma morfologia semelhante ao Rancor (do palácio do Jabba, no episódio VI de SW), mas evidentemente mais pequenas, dizimaram a equipa num instante com aquele truque de desaparecer nas sombras... já estão no meu desorganizado top de criaturas cinematográficas! Arrisco até dizer que poderiam eventualmente suportar todo um filme sozinhas...
Mudando de assunto, a RTP passou de surpresa um novo episódio de Lost... pelo menos para mim foi de surpresa, pensava que a primeira vez que eles era exibidos era à terça-feira à noite... agora é aguardar e ver que episódio é que é transmitido na próxima terça... Parece que estamos a regredir aos hábitos de transmissão da primeira temporada...
Elegantemente garatujado por One às 15:14
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Red Eye

Que dizer sobre esta obra? Foi um bocado uma desilusão...
 
Não é que o filme seja mau, nada disso. Simplesmente, para um filme vindo de Wes Craven, que nos ofereceu filmes como “Gritos” ou “Pesadelo em Elm Street” (que goste-se ou não, indubitavelmente já afirmaram o seu lugar no imaginário cinematográfico mundial), o filme sabe a pouco. Mais a mais quando os extras exibem orgulhosamente um documentário denominado “Um novo tipo de thriller”...
 
É um filme que entretêm na hora e pouco que dura, mas não ultrapassa isso. Claro que é de mencionar o facto de a maior parte dele se passar no espaço apertado de dois lugares de avião, e de se focar quase exclusivamente sobre aquelas duas personagens... Vê-se e não fica a ocupar nenhum lugar especial. É bom , só que no fim é mais um filme que se viu....
Elegantemente garatujado por One às 15:08
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Sexta-feira, 14 de Abril de 2006

O documentário "Evangelho de Judas" hoje na 2:

Bem, o post quase que se podia resumir ao título. Hoje às 22:30 dá o tão controverso documentário da National Geographic sobre o Evangelho de Judas.

Indagador leitor, parece que finalmente vamos ser esclarecidos.

Elegantemente garatujado por One às 18:13
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