Sexta-feira, 31 de Março de 2006

Terapia do Amor - Prime

"Terapia do Amor" não era um filme que figurasse nos meus

planos de futuros filmes a ir ver ao cinema, especialmente levando em linha de conta que o “V for Vendetta” e o “Uma história de violência” se encontram em cartaz. Simplesmente acontece que essas maravilhosas criaturas que são as raparigas têm encantos e artifícios a que um reles mortal como eu não consegue resistir… de modo que lá fui eu ver o “Terapia do Amor”.

 

Tudo o que sabia sobre o filme era o que diziam no trailer : uma paciente de uma psicoterapeuta namorava com o filho dela (da psicoterapeuta, portanto) que é mais de dez anos mais novo sem nenhuma delas saber. A partir daí, um nebuloso ponto de interrogação… Não esperava que fosse um outro “Diva da moda”, mas também não seria decerto um “Elizabethtown”… o que seria então?

 

Pois, também não sei. Não é uma daquelas comédias românticas típicas, nada disso. Claro que tem os seus momentos de humor, e bons, mas o filme não assenta exclusivamente sobre eles. Foca temas mais profundos (embora de uma forma não tão profunda assim – ficou confusa esta frase, parece-me…) como a aceitação de um talvez-futuro-membro-da-família-que-contudo-professa-outra-religião (belo neologismo que inspiradamente criei) e claro, a possível relação entre duas pessoas com uma grande diferença de idades.

 

Um pequeno parênteses: É relativo este assunto da diferença de idades, não lhe parece esclarecido leitor? Uma pessoa de 65 e outra de 70 não é de modo algum o mesmo que uma pessoa de 16 e outra de 21… É engraçado o modo como a nossa personalidade evolui e se molda, acabando por esbater as barreiras hipoteticamente definidas pela diferença de idades…

 

Penso que o filme nasceu desse ponto de partida, da relação entre pessoas de diferentes idades, acrescentou-lhe o pormenor da psicoterapeuta e respectiva paciente, mas a partir daí vagueia um bocado, sem elucidar o espectador ao certo de qual é o rumo que toma… e confesso (este blog tem-se tornado um autêntico confessionário –não como o do Crime do Padre Amaro… - para mim, atendendo às vezes que escrevo “confesso” nos meus iluminados posts) que fui um bocado apanhado de surpresa pelo final…

 

Conclusão? É um bom filme para ir ver com uma boa companhia do sexo oposto numa boa sessão de cinema; não é mais uma comédia romântica oca, mas também não se torna pesado demais.

Elegantemente garatujado por One às 00:03
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